Testimonials

Manu Lafer
songwriter – client since 2007

My contact with Presto happened through the producer Alê Siqueira, who had with them all sorts of heterogeneous musical adventures for the Pan American Games and had also followed my tip to promote Alice Caymmi's Maracanã debut at the time we made the album Ta Shemá, recorded in 2007 (Ta Shemá is also the title of one of the songs, and means “come to listen” in Aramaic Talmudic). The album is all based on the songs as they were recorded for the first time with just my voice and the acoustic guitar, and most of them were written by me.

 

I have developed a musical relationship with Thiago Rocha, with whom I still friendly talk about daily life, measures, and other technicalities. Also, we usually talk about abstractions, like when he and his friend inadvertently swapped bank cards and took time to realize the mistake, because they both had put the Fibonacci number series as a password and ended up making some transactions with each other's cards.

 

I have learned a lot with the scores and sheet music they produced, not about music itself, field in which when I diminish my ignorance to make ground to my intuitiveness and my discipline. In fact, I have learned about my work, which is based on my influences (Gilberto Gil, Caetano Veloso, João Gilberto, the Caymmi family, Jorge Ben Jor, Paulinho Da Viola, and many others, many beloved singers and, or Americans), and is so vast and varied that I have never noticed much of my musical solutions, many of them present in a single composition, and centrifugally present in relation to a successful formula.

 

Also, Guilherme Schwenck has been a great interlocutor. He and Thiago are tireless workers, from classical to popular music, from the need for the theory to the need to reformulate it, and the richness of the acoustic guitar with its voices, frequencies, octaves, and other “gimmicks” more (as Caetano would say in distant ages).

 

I salute their work: congratulations.

 

Presto lives up to the name, being fast in delivering and perfecting writing which is so limited in nature, but so successful too as Idehlson described it as historically born in several independent cultures: Jewish, Armenian, Greek, Egyptian; and in the medieval Christian tradition, which has established itself as we know today and has to account for the world's cultural diversity, an impossible task although an irresistible challenge.

 

A lot of work done and a lot of promises of good music and good partnership.

Meu contato com a Presto se deu através do produtor Alê Siqueira, que fizera com eles todo o tipo de aventura heterogênea musical nos Jogos Pan-Americanos, e seguira a minha indicação promovendo a estréia de Alice Caymmi no Maracanã, quando fizemos o álbum Ta Shemá, gravado em 2007 (canção título que quer dizer “vem ouvir”, em aramaico talmúdico), todo baseado nas composições, gravadas originalmente como haviam sido compostas, no formato voz-e-violão, em sua maioria de minha autoria.

 

Desenvolvi uma relação musical na interlocução com o Thiago Rocha, com quem converso com amizade sobre o quotidiano, sobre compassos e outras tecnicalidades, mas também abstrações como quando ele e amigos inadvertidamente trocaram cartões de banco e demoraram para perceber o erro, pois simultaneamente colocaram derivados da sequência de Fibonacci como senha e fizeram diversas transações com o cartão recíproco.

 

Aprendi muito com as partituras que eles elaboraram, não diria sobre música, campo no qual quando diminuo a minha ignorância é com a finalidade de alicerçar minha intuitividade e minha disciplina, mas sobre o meu próprio trabalho, tão baseado nas minhas influências (Gil, Caetano, João Gilberto, os Caymmi, Jorge Ben Jor, Paulinho Da Viola, e tantos outros, muitos e muito amados cantores e – ou – americanos) mas tão vasto e variado que nunca reparei muito nas minhas soluções, muitas delas de presença numa única composição e centrífugas em relação à uma fórmula bem sucedida.

 

Guilherme Schwenck também tem sido um grande interlocutor. Ele e Thiago são trabalhadores incansáveis, do clássico ao popular, da falta de necessidade de teoria à necessidade de reformulá-la, e da riqueza do violão, suas vozes, frequências, oitavas e outras mumunhas mais (como diria Caetano, em priscas eras).

 

Presto continência ao trabalho deles: parabéns.

 

A Presto Partituras faz jus ao nome – rapidez na entrega e aperfeiçoamento da escrita, tão limitada mas tão bem sucedida desde que Idehlson a descreveu como historicamente nascida em diversas culturas independentes: judaica, armênia, grega, egípcia; e na tradição medieval cristã ela se consolidou como a conhecemos, e tem que dar conta da diversidade cultural do mundo, tarefa impossível mas desafio irresistível. 

 

Muito trabalho feito e muita promessa de boa música e boa parceria.

Flávio Oliveira
composer – client since 2007 – on his “Noturnos”

Dirijo aqui um agradecimento muito especial ao jovem compositor Thiago Rocha, da empresa Presto, que editorou com excepcional cuidado, ciência e arte cada um dos “Noturnos”. 

Sua editoração representa uma leitura acurada de cada um deles. 

Também lhe agradeço a valiosa revisão musical crítica que fez dos manuscritos autógrafos visando a editoração – algo muito raro neste campo, neste presente histórico. 

 

A riqueza de suas observações, detalhes e ensinamentos sobre a arte de fazer partituras me ensinaram muito para o que vier a escrever doravante.​

© Presto, 2005–2019